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05 ABR
2018
Cresce número de bilionários no mundo, mas ainda há poucas mulheres

Um número recorde de 2.208 bilionários compõe o 32º ranking anual FORBES de bilionários do mundo. “Os super ricos continuam a ficar ainda mais ricos, aumentando o intervalo entre eles e todo o restante”, disseram Luisa Kroll e Kerry A. Dolan, editoras executivas da área de fortunas de FORBES.

O centibilionário Jeff Bezos ocupa a 1ª posição do ranking pela primeira vez. Bezos tem uma fortuna de US$ 112 bilhões, US$ 39,2 bilhões a mais do que em 2017 – o maior ganho em um ano de todos os tempos. Bill Gates, que foi a pessoa mais rica do mundo em 18 dos últimos 24 anos, caiu para a 2a posição. O cofundador da Microsoft acumula um patrimônio de US$ 90 bilhões, mais do que os US$ 86 bilhões do ano passado. Essa é a maior diferença (em dólares) entre as duas primeiras posições da lista de bilionários desde 2001.

Warren Buffett, com US$ 84 bilhões, caiu para o 3º lugar, embora sua fortuna tenha aumentado em relação aos US$ 75,6 bilhões de 2017. Bernard Arnault, com US$ 72 bilhões, subiu 7 lugares no ranking e ocupa, atualmente, a 4ª posição. Graças aos US$ 30,5 bilhões ganhos desde o último ano, Arnault é a pessoa mais rica da Europa pela primeira vez desde 2012.

No fechamento do Top 5 está Mark Zuckerberg, com US$ 71 bilhões. O varejista de roupas espanhol Amancio Ortega, mais conhecido pela cadeia de varejo Zara, ocupa a 6ª posição e sai do Top 5 pela primeira vez desde 2011. O patrimônio de Ortega é de US$ 70 bilhões, uma queda de US$ 1,3 bilhão em relação a 2017.

A fortuna média dos bilionários – 2.208 contra 2.043 do ano passado – bateu o recorde e chegou a US$ 4,1 bilhões. A soma total deste ano é de US$ 9,1 trilhões, mais do que os US$ 7,7 trilhões da última lista. 1.490 integrantes do ranking se tornaram bilionários por conta própria, mais do que os 1.371 de 2017.

Os Top 20 têm patrimônio combinado recorde de US$ 1,2 trilhão contra os US$ 968,8 bilhões de 2017. Sua riqueza agregada representa 13% de todos os 2.208 bilionários. A fortuna mínima para entrar no Top 20 é, agora, um recorde de US$ 39 bilhões, bem mais do que os US$ 30,4 bilhões de 2017.

Donald Trump, com fortuna de US$ 3,1 bilhões, ocupa o 766º lugar, o que significa uma queda de 222 posições. A fortuna do atual presidente dos Estados Unidos perdeu US$ 400 milhões desde a lista de bilionários de 2017, devido, parcialmente, às quedas nos valores dos imóveis em Midtown Manhattan e aos declínios nas receitas de muitas de suas propriedades de golfe. (Seu patrimônio permanece o mesmo de quando FORBES o avaliou, em outubro de 2017, para a lista dos 400 norte-americanos mais ricos).

O número total de mulheres na lista é 256, mais do que as 227 anteriores. Isso inclui 13 mulheres que dividem suas fortunas com maridos, irmãos ou filhos. Um recorde de 72 dessas mulheres são self-made billionaires, o que representa uma alta histórica e um aumento significativo em relação às 56 mulheres de 2017. A mulher mais rica que construiu a sua própria fortuna é Zhou Qunfei, de Hong Kong, cuja empresa, a Lens Technology, produz telas para smartphones. A companhia abriu capital em 2015.

Os Estados Unidos ostentam o maior número de mulheres bilionárias no novo ranking – são 82. Em seguida estão Alemanha, com 33, e China, com 30. Esses números incluem cinco mulheres em território norte-americano que construíram empresas com seus maridos (com quem são listadas), e uma em território alemão, que divide uma fortuna herdada com seu irmão.

A lista de bilionários foi compilada tendo como base as riquezas de 9 de fevereiro de 2018, dia em que FORBES reuniu os preços de ações e taxas de câmbio do mundo todo. O ranking lista indivíduos em vez de famílias multigeracionais que dividem fortunas enormes. Em alguns casos, irmãos e casais são listados juntos se a divisão da propriedade entre eles não for clara, mas eles ainda precisam valer US$ 1 bilhão cada um para entrar na lista.

Os brasileiros

A soma dos patrimônios dos 42 bilionários brasileiros presentes na lista cresceu 2,5% em relação ao ano passado: de US$ 172,1 bilhões para US$ 176,4 bilhões, apesar de ser menor, em número de pessoas, do que o ranking de 2017 (43). Jorge Paulo Lemann é o primeiro brasileiro a figurar na lista, com fortuna de US$ 27,4 bilhões, queda de 6,1% em relação ao ano passado, quando o patrimônio do proprietário da cervejaria Ambev chegou a US$ 29,2 bilhões. A diferença na fortuna fez com que o brasileiro caísse sete posições e passasse, atualmente, a ocupar o 29º lugar.

Os cinco primeiros brasileiros da lista deste ano continuam os mesmos. Diferentemente de Lemann e seus sócios Marcel Herrmann Telles (US$ 14 bilhões, 102º lugar) e Carlos Alberto Sicupira (US$ 12 bilhões, 124º lugar), Joseph Safra (US$ 23,5 bilhões, em 36º lugar) e Eduardo Saverin (US$ 10,1 bilhões, 148º lugar) viram suas fortunas aumentarem nos últimos 12 meses.

Sendo assim, apenas Safra (1 posição) e Saverin (22 posições) melhoraram suas colocações, enquanto os sócios da 3G Capital despencaram 29 e 28 posições respectivamente. Mesmo com um aumento patrimonial de US$ 3 bilhões, Safra subiu apenas uma posição, enquanto a escalada de Saverin ocorreu por causa de um aumento de US$ 2,2 bilhões.

A bilionária Lia Maria Aguiar foi a que subiu mais posições (692), com um patrimônio de US$ 2,2 bilhões contra US$ 1,1 bilhão do ano passado, enquanto o proprietário da Riachuelo, Nevaldo Rocha, subiu 547 lugares, com sua fortuna saltando de US$ 1,3 bilhão para US$ 2,4 bilhões. O banqueiro Pedro Moreira Salles, o sexto homem mais rico do Brasil, foi de US$ 3,2 bilhões e a 603ª posição para US$ 5,1 bilhões e a 382ª posição, um aumento de 59,37% na riqueza, o que o levou a ultrapassar Abílio Diniz (US$ 3,5 bilhões, em 652º) e o cervejeiro Walter Faria (US$ 3,2 bilhões, em 729º). Os irmãos de Pedro também tiveram elevação patrimonial e subiram 215 posições, com uma fortuna de US$ 5 bilhões cada e o 388º lugar.

Os irmãos Marinho estão entre os que mais perderam posições na lista. José Roberto e Roberto Irineu viram seus patrimônios diminuírem US$ 1,3 bilhão e caíram 491 colocações, ocupando, empatados, a 965ª posição, com US$ 2,5 bilhões (cada). Enquanto isso, João Roberto Marinho perdeu o mesmo valor, mas caiu 519 posições (1020º lugar), somando um patrimônio de US$ 2,4 bilhões. Já o empresário dos medicamentos genéricos Maurizio Billi foi o brasileiro que mais perdeu posições com a redução de R$ 300 milhões em seu patrimônio: de 560º para o 2124º lugar, com US$ 1 bilhão.

Fonte: Forbes Brasil



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